Serviço de Terapia Intensiva - HSPE

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Olá internauta! Esta página tem enquetes sobre temas polêmicos! O objetivo é termos uma idéia sobre a opinião de nossos visitantes sobre estes temas! Você também pode saber como os outros visitantes pensam, uma vez que os resultados estão disponíveis continuamente! Todas as questões estão respaldadas ou referem-se a ROTINAS DE CONDUTA DO STI-HSPE, baseadas em trabalhos com nível de evidência I,II e III.

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  NÚMERO DE TEMAS ATUAL: 18

NÚMERO DE ENQUETES: 52


 

COMO VC APLICA A HIPOTERMIA PÓS PCR NO SEU DIA A DIA:
usa de rotina, com material especializado de última geração para resfriamento controlado
não sabe
não concorda e não usa
usa e o faz com utilização de manta térmica, gelo em dobras, dieta gelada
concorda, mas não usa pois demanda técnicas e equipamentos caros para uso e controle

Abaixo, quais das drogas são as mais indicadas para controlar os tremores intensos durante a hipotermia:
meperidina e fentanil
acetilcolina e curare
curare e meperidina
midazolan e fentanil
midazolan e curare

A temperatura usada na hipotermia induzida pós-pcr deve ficar em:
31-35 graus C
30-33 graus C
32-34 graus C
27-29 graus C
34-36 graus C

Sobre o controle rigoroso de glicemia com infusão contínua de insulina:
Só se aplica nos sépticos, sendo ou não diabéticos
Só se aplica nos diabéticos, estando ou não sépticos
Só se aplica nos pacientes em choque, sejam ou não diabéticos
Não se aplica a ninguém, exceto nos pacientes em cetoacidose diabética.
Aplica-se a todos os pacientes que estiverem em com glicemia de jejum > 110, mesmo os não diabéticos

Sobre o uso de insulina para controle rigoroso da glicemia em pacientes na UTI:
Há evidências de melhora na sobrevida apenas dos pacientes diabéticos
É questão inconteste, dada a melhora de até 40% da mortalidade do paciente grave.
O benefício obtido pelo controle é menor que o risco de grave hipoglicemia, o que contraindica o uso
Ainda há controvérsia nesta questão: há trabalhos com diminuição e outros aumento da mortalidade
Em sendo o paciente séptico e diabético se contraindica pois geralmente a glicemia cai nestes casos

Qual o valor que deve ficar a glicemia de qualquer paciente grave na UTI, usando-se para controlar esse nível a infusão contínua de Insulina regular endovenosa se for preciso?
110-150
80-110
80-150
110-250
150-300

Quando você tem a suspeita de instalação de PAVM, você:
Colhe hemocultura e cultura secreção da cânula e só então troca o antibiótico
Procede à realização de Broncoscopia e colhe cultura do BAL. Após, inicia novo atb(empírico até res)
Colhe BAL ou PSB: se pac. tiver sinais sepse grave: troca atb;se não, só com res. cult. quantitativa
Se não houver bronco disponível, de nada vale a coleta do material por outras técnicas
O uso de cultura qualitativa já é um importante passo para orientar a troca do antibiótico

Qual das abaixo é a correta, quanto ao n.o de colônias na cultura quantitativa obtida de Aspirado Traqueal, PSB e BAL, respectivamente, para se considerar aquele o agente causador da PAVM?
>10 à 5.a; > 10 à 3.a; > que 10 à 4.a
>10 à 6.a; > 10 à 4.a; > que 10 à 3.a
>10 à 6.a; > 10 à 3.a; > que 10 à 4.a
>10 à 3.a; > 10 à 6.a; > que 10 à 2.a
>10 à 6.a; > 10 à 2.a; > que 10 à 5.a

Qual das abaixo é a correta?
Citoquinas como TNF-alfa; IL-1beta; e IL-6 são capazes de inibir a coagulação e a fibrinólise
Citoquinas como TNF-alfa; IL-1beta; e IL-6 são capazes de ativar a coagulação e a fibrinólise
Citoquinas como TNF-alfa; IL-1beta; e IL-6 são capazes de inibir a coagulação e ativar a fibrinólise
Citoquinas como TNF-alfa; IL-1beta; e IL-6 são capazes de ativar a coagulação e inibir a fibrinólise
As citoquinas em geral tem ação questionada, sendo sua ação em conjunto o que realmente importa

Sobre a proteína C ativada:
É uma proteína endógena que promove fibrinólise e inibe a trombose e inflamação
É uma proteína exógena que promove fibrinólise e inibe a trombose e inflamação
É uma proteína endógena que inibe fibrinólise e ativa a trombose e inflamação
É uma proteína exógena que inibe fibrinólise e ativa a trombose e inflamação
É um marcador inflamatório do grau de agressividade do processo infeccioso

O uso da drotrecogina na sepse grave:
Deve ser proscrito, dado o alto custo e benefício questionado.
Tem seu efeito inconteste provado e seu uso deve ser estimulado pois dim. a mortalidade em até 20%
Deve ser estimulado desde que o Apache II seja < 25 nas primeiras 48 horas
Está proscrito nos pacientes com uso de trombolítico recente (< 3 meses)
Deve ser usado por pelo menos 36 horas antes da suspensão

Como você define anemia no paciente grave:
Internação na UTI há pelo menos 3 dias e Hb < ou = 9 g/dL sem sangramento agudo
Internação na UTI há pelo menos 1 dias e Hb < ou = 7 g/dL sem sangramento agudo
Internação na UTI há pelo menos 3 dias e Hb < ou = 8 g/dL sem sangramento agudo
Internação na UTI há pelo menos 2 dias e Hb < ou = 10 g/dL sem sangramento agudo
Não levo em conta o tempo de internação: apenas Hb < 7 g/dl

Você indica o uso de Eritropoietina no paciente grave quando:
Internação na UTI há pelo menos 3 dias e Hb < ou = 9 g/dL sem sangramento agudo
Só se o paciente que não concordar com a transfusão não estiver correndo risco de vida imediato.
Internação na UTI há pelo menos 3 dias e Hb < ou = 8 g/dL sem sangramento agudo
Ele não concordar com a transfusão, mas sabe-se que é um paliativo
Não levo em conta o tempo de internação: apenas Hb < 7 g/dl

Qual a dose de EPO que vc administra, e o marcador que vc usa para nortear a frequência de aplicação da EPO no paciente grave?
6000UI/diariamente até aumento de Hb/Ht em 1,0 grama
6000UI diariamente e dosar reticulócitos após 7 dias: se houver aum. < 2%, manter nessa dose
6000UI/diariamente até aumento de Hb/Ht em 2,0 gramas
6000UI diariamente e dosar reticulócitos após 7 dias: se houver aum. < 5%, manter nessa dose
6000UI diariamente e dosar reticulócitos após 7 dias: se houver aum. > 2%, suspender

O uso da EPO no paciente grave:
É segura e aumenta o nível de Hb, mas não chega a alterar o n.o de transfusões feitas na UTI
É segura e aumenta o nível de Hb, e diminui significativamente o n.o de transfusões feitas na UTI
É segura e aumenta o nível de Hb, mas tem custo proibitivo quando comparado com uma transfusão
Tem custo pouco menor que a transfusão mas o efeito demora e por isso é desvantajosa
Sua grande vantagem é o custo semelhante à transfusão mas sem os riscos de contaminação da mesma

Definição de SIRS: qual dos abaixo não constitui critério diagnóstico?
Temperatura menor que 36 e maior que 39 graus
Taquicardia > 90 bpm
Aumento da frequência respiratória > ou = 20 rpm ou PaCO2 < 32 cm H2O
Calafrios associados à livedo reticular
Leucocitos >= 12.000 ou <= 4000 ou com mais de 10% de bastões

Na definição de sepse grave, qual dos abaixo não representa critério para diagnóstico?
Disfunção Orgânica Cardiovascular
Disfunção Orgânica Respiratória
Disfunção Orgânica Renal
Disfunção Orgânica Intestinal aguda
Disfunção Orgânica de SNC

Definição de choque séptico:
Sepse Grave + Hipotensão refratária a reposição volêmica adequada
Sepse Grave + Hipotensão refratária a reposição volêmica adequada e oligúria < 10 ml/h
Sepse Grave + Hipotensão refratária a drogas vasoativas, com perda função renal
Intensa hipotensão refratária, associada a calafrios, indicativo de bacteremia
Perda da capacidade de perfundir órgãos nobres, com 2 focos infecciosos em sítios distantes

Qual a porcentagem média dos pacientes de UTI evolui para Insuficiência Renal Aguda?
10%
20%
30%
Depende do tipo de UTI, entre 5 e 15% no máximo
mais de 50% dos casos

Qual dos abaixo não constitui complicação da diálise no paciente grave da UTI?
Hipotensão
Sangramento
Infecção
Arritmia
SARA

Qual das abaixo não é causa de SCA?
Dissecção Aguda de Aorta
Pancreatite Aguda
Hemorragia Retroperitoneal
Ruptura Aneurisma de Aorta
Ascite de grande volume
 
Nos pacientes sob risco de SCA, qual das respostas abaixo representa indicação para medida indireta da Pressão Intra Abdominal (via vesical)?
Se o paciente tiver dois destes: PIP >35 cm H2O; PaO2/FiO2 < 100; Diurese > 30 ml/h; Abdome tenso
Se o paciente tiver dois destes: PIP >45cm H2O; PaO2/FiO2 < 250; Diurese < 10 ml/h; Abdome tenso
Se o paciente tiver dois destes: PIP >35 cm H2O; PaO2/FiO2 < 150; Diurese < 30 ml/h; Abdome tenso
Se o paciente tiver três destes: PIP >35 cm H2O; PaO2/FiO2 < 150; Diurese < 30 ml/h; Abdome tenso
Se o paciente tiver todos estes: PIP >30 cm H2O; PaO2/FiO2 < 250; Diurese < 30 ml/h; Abdome tenso
 
Qual a melhor conduta na PIA entre 25-35 cm H2O?
Expectante
Descompressão e reexploração abdominal
Somente descompressão abdominal
Reposição volêmica agressiva
Diuréticos ou Diálise

Qual a porcentagem média de pacientes transfundidos após 1 semana de internação na UTI?
20%
40%
50%
80%
98%

Quais os critérios de transfusão no paciente de UTI sem sangramento agudo?
Hb < 10 g/dl
Se instável hemod., transfundir de acordo com VO2, BE, lactato, podendo o Hb ser > 7,0 g/dl
Se estável hemod., transfundir de acordo com VO2, BE, lactato, podendo o Hb ser > 7,0 g/dl
Se estável hemod., transfundir de acordo com o limiar de Hb, ou seja < 6,0 g/dl
Em doença isquemica miocárdica aguda, o limiar de 10 g/dl ainda é respeitado, mas só nesse grupo.

Quais os critérios de transfusão em pacientes de UTI com sangramento agudo?
Se hemodinamicamente estável, usar limiar de 9 g/dl
Se hemodinamicamente estável, usar limiar de 7 g/dl e considerar uso da EPO
Se hemodinamicamente instável usar limiar de 9 g/dl
Se Hb < 10 g/dl, transfundir, 01 unidade por vez.
Se hemodinamicamente instável usar limiar de acordo com o ITO2

Quando está indicada a terapia trombolítica no paciente com TEP?
Nunca, devido às complicações e falta de evidência de benefício
Sempre, indistintamente, dado seu grande benefício e influência na sobrevida e qualidade de vida
Quando houver hipotensão ou choque
Só quando houver hipertensão pulmonar prévia ou IAM de VD prévio
Somente se houver possibilidade de instalação de cateter de artéria pulmonar via cubital.

Você fez a suspeita de TEP. Qual o tempo limite de início dos sintomas que se considera para admitir o uso de terapia trombolítica, caso o diagnóstico seja confirmado e haja indicação da mesma?
10 dias
8 horas
24 horas
72 horas
4 dias

Em caso do forte suspeita clínica de TEP, mas sem possibilidade de realização de ARTERIOGRAFIA, CT HELICOIDAL OU CINTILOGRAFIA DE VENTILAÇÃO E PERFUSÃO, o que fazer?
Trombolíticos. O grau de benefício x risco é muito bom e a clínica é soberana.
Tratamento clássico com heparina endovenosa dose plena, pois tem menos riscos que o trombolítico
Nada. Procurar outros diagnósticos diferenciais.
AAS 500 mg via oral até ter confirmação diagnóstica
Se há ECG com o sinal de SVD e gaso com hipóxia e hipocapnia: heparina baixo peso 80 mg 12/12 hs

Nos pacientes com SARA e choque séptico, a estratégia ventilatória inicial permite, caso a Pressão de Platô seja < 32 cm H2O, utilizar Volume Corrente de:
4 ml/kg
10-15 ml/kg
8-9 ml/kg
5-7 ml/kg
12 ml/kg

A peep ideal deve ser obtida quando:
Uma vez ao dia
Duas vezes ao dia pelo menos
Ao mudar-se de decúbito, estratégia ventilatória ou alt. suporte hemodinâmico
Só quando for preciso subir a FiO2 por queda de SaO2
Somente quando a PEEP empírica não mais permitir SpO2>92% com FiO2 < 60%

Quando usar os volumes correntes ditos baixos com peeps elevados obtidos como ideais? (estratégia protetora):
Se o PIP passar de 40 cmH2O
Se a Pplatô for superior a 32 cm H2O com VC=8-9 ml/kg,
Se a PEEP ideal for maior que 25 cm H2O
Se a FiO2 necessária para SpO2>92% for superior a 80%
Quando a hipercapnia permissiva for inevitável.

O que fazer se mesmo com VC baixo (5-7 ml/kg), a pressão de platô subir acima de 35 cm H2O?
Jet Ventilation, com nível de Evidência I
Pronar o paciente, pois melhora a sobrevida
Baixar o VC a 4 ml/kg; Considerar hipercapnia permissiva; Pronar só se a hipóxia for grave.
Lavagem de CO2 com insuflação de gás traqueal (TGI)
Diálise: há excesso de líquido piorando a situação

Quanto ao uso de corticóides no choque séptico você:
Usa sempre, pois está comprovado seu benefício
Já usou mas depois de alguns trabalhos provando que não era recomendado, parou.
Nunca usou para esse fim específico
Usa sempre, mas tenta identificar se há insuf. adrenal relativa para então manter com benefício.
Usa sempre, mas tenta identificar se há insuf. adrenal relativa. Se tiver, suspende:não há benefício

O uso de corticóides no choque séptico: (obs: TRC = corticotropina)
Só vale para pacientes com choque com menos de 8 horas de início.
Vale para qq. pac. com ch. séptico, desde que tenha resposta positiva à TRC a qualquer tempo
Nos pac. > 8hs de tempo de ch. sépt. não se indica teste de resp.à TRC, mas deve-se dar corticóide
No choque séptico recomenda-se metilpredinisolona 120 mg 6/6 horas
O DM tipo II consituti contra-indicação ao uso de corticóide no choque séptico

O uso de doses baixas de hidrocortisona precocemente no paciente com choque séptico:
Diminui a incidência de sd. dispéptica, comum com o uso da metilprednisolona em altas doses
Pode reduzir de forma significativa a mortalidade e a necessidade do uso de drogas vasoativas
Diminui a mortalidade mas atrapalha a ação das drogas vasoativas
Não altera mortalidade e nem tampouco melhora a performance das drogas vasoativas
Geralmente há excesso de confiança no corticóide mas ele piora o quadro pela hiperglicemia induzida

No seu dia a dia como intensivista você:
Só seda com midazolan, em doses crescentes para o adequado manejo da Ventilação Mecânica
Associa fentanil e midazolan e usa a dose necessária para manter o paciente com Ramsay 6
Retira a sedação após 48 hs até o pac. acordar. Reintroduz após dose menor.Mantém sempre a analgesia
Evita associações: em doses maiores, o fentanil é analgésico e hipnótico - pra que o midazolan?
O uso da posição prona não constitui contra-indicação para retirada da sedação

Qual a porcentagem de gastos, em média, de uma UTI, com medicamentos, e destes, qual a porcentagem de sedativos e analgésicos?
20% e 15%
20% e 55%
10% e 15%
5% e 12%
1% e 3%

A interrupção diária da sedação, mantida a analgesia:
Diminui o gasto com medicação mas aumentou o n.o de extubações acidentais, sendo contraindicada
Diminui o gasto com medicamentos, mas aumentou o tempo de internação pelas complicações geradas.
Diminuiu o custo com os medicamentos e também o número de tomografias SNC para av.do lento despertar
Só teve bom efeito nos pacientes que já estavam iniciando desmame após 48 horas.
Diminui custos, diminui n.o de CTs SNC, mas é uma má lembrança referida pelo paciente,que despertou

QUAL O OBJETIVO DA OTIMIZAÇÃO HEMODINÂMICA NOS PACIENTES COM CHOQUE SÉPTICO?
Brecar a resposta inflamatória precocemente, impedindo a instalação da infecção.
Prevenir a disfução orgânica e a morte celular nas horas de ouro.
Prevenir a morte celular seguida da liberação de radicais livres das horas de platina.
Instituir possibilidade de melhora na circulação, levando os vasopressores direto aos receptores
Aumentar a sobrevida na enfermaria, dado que sai com sua condição hemodinâmica otimizada

No seu serviço você:
Não faz otimização hemodinâmica precoce pois em geral o pac. foi atendido no PS nas horas de ouro
Faz manobra de otimização, na qual inclui uso de hidratação e drogas vasoativas. Usa PA não invasiva
Faz a manobra mas não vê sentido em invadir o paciente de cara com acesso venoso e arterial profundo
Segue esquema baseado em monitorização de PVC, PAM (invasiva), SvcCO2.
Se o coeficiente artério-venoso (CAV-O2) for normal, aguarda para iniciar manobra de otimização

Quanto ao uso da PVC você:
Usa sempre, mas acha é um dado de validade relativa, quase não mais usado fora do Brasil.
Usa somente quando decide passar um cateter central, por exemplo, para infundir NPP
Usa como um dos parâmetros para nortear sua otimização hemodinâmica precoce no pac. com ch. séptico
Não usa pois a especificidade é muito baixa quando seu valor está elevado.
Até poderia usar, mas como quer hidratar rápido, vale mais um acesso periférico calibroso

Sobre o uso da posição prona na SARA você:
Nunca usou
Já usou, raras vezes
Usa somente para os casos de SARA grave, com relação PaO2/FiO2 < 150 e PEEP > ou = 10 cm H2O
Usa rotineiramente em todo caso de SARA
Usava, mas parou quando leu trabalho definitivo que afirmou só melhorar oxigenação e não sobrevida

Sobre a colocação do paciente em PRONA, assinale abaixo uma situação que NÃO consititui contra-indicação:
Edema Agudo de Pulmão Cardiogênico
Gestação
Hipertensão intra-craniana
Fratura Vertebral
Pós-operatório recente cir. abdominal

Para você, qual o melhor critério para considerar o paciente como respondedor ao uso da posição prona:
Aumento da PaO2 em 25 mmHg ou da PaO2/FiO2 em 20
Aumento da PaO2 em 15 mmHg e da PaO2/FiO2 em 25
Aumento da PaO2 em 10 mmHg ou da PaO2/FiO2 em 25
Aumento da PaO2 em 10 mmHg ou da PaO2/FiO2 em 20
Aumento da PaO2 em 20 mmHg e da PaO2/FiO2 em 15

Para você, qual o melhor critério para considerar o paciente como respondedor ao uso da posição prona:
Aumento da PaO2 em 25 mmHg ou da PaO2/FiO2 em 20
Aumento da PaO2 em 15 mmHg e da PaO2/FiO2 em 25
Aumento da PaO2 em 10 mmHg ou da PaO2/FiO2 em 25
Aumento da PaO2 em 10 mmHg ou da PaO2/FiO2 em 20
Aumento da PaO2 em 20 mmHg e da PaO2/FiO2 em 15

Sobre os Testes de Respiração Espontânea
São testes importantes apenas para os pacientes que ficaram longo tempo sob VM
São importantes preditores do momento correto de extubação, porém não os únicos
É mais um grupo de preditores, sendo que a utilização dos mesmos não serve para indicar qdo extubar
Só se aplicam em traqueostomizados.
Só se deve iniciar seu uso diário quando o paciente atingir PaO2/FiO2 >100, PEEP<10 e estiver alerta

Sobre os Testes de Respiração Espontânea
São testes importantes apenas para os pacientes que ficaram longo tempo sob VM
São importantes preditores do momento correto de extubação, porém não os únicos
É mais um grupo de preditores, sendo que a utilização dos mesmos não serve para indicar qdo extubar
Só se aplicam em traqueostomizados.
Só se deve iniciar seu uso diário quando o paciente atingir PaO2/FiO2 >100, PEEP<10 e estiver alerta

Sobre os Testes de Respiração Espontânea
São testes importantes apenas para os pacientes que ficaram longo tempo sob VM
São importantes preditores do momento correto de extubação, porém não os únicos
É mais um grupo de preditores, sendo que a utilização dos mesmos não serve para indicar qdo extubar
Só se aplicam em traqueostomizados.
Só se deve iniciar seu uso diário quando o paciente atingir PaO2/FiO2 >100, PEEP<10 e estiver alerta

Voce ja teve oportunidade de utilizar em sua prática diária que tipo(s) de cateteres de artéria pulmonar (pode marcar mais de um):
Cateter convencional
Cateter com débito cardíaco contínuo
Cateter com SVO2 contínua
Cateter volumétrico com fração de ejeção de VD
Nenhum

 

Quanto ao uso de cateter de artéria pulmonar (Swan-Ganz) na sua UTI:
Usamos com frequência
Raramente utilizamos
Não usamos
Não dispomos de equipamentos para sua utilização

Considere um paciente de 65 anos com broncopneumonia e choque séptico, evoluindo com oligúria após infusão de 3.000 ml de Ringer Lactato nas últimas duas horas, e em uso de noradrenalina 0,2 mcg/kg/min e lactato arterial 3,5 mmol/L
Instalar o cat.art.pulmonar ajudaria na melhor av. da reserva funcional do pte. e orientação tto.
Colocaria um cat.art.pulmonar apenas se o lactato ficasse acima de 2,5 mmol/L nas próx. 24 hs
Passaria o cateter de Swan-Ganz apenas se a dose de noradrenalina fosse >0,5 mcg/kg/min
Não vejo indicação para o uso de cateter de Swan-Ganz no caso em questão
 
Em sua conduta clínica, qual a PEEP que você usa em seus pacientes?
Você a obtém pela curva PxV
Você a obtém pelo método de Sutter
Você não a obtém - Usa valores empíricos
Você obtém o decúbito ideal ao invés da PEEP ideal
Você usa PEEP ideal (qualquer método) associado a mudanças de decúbito quando necessário
Dependendo, se for SARA extra-pulmonar ou pulmonar, irá usar PEEP ideal ou decúbito ideal.

Como você habitualmente ventila seus pacientes com SARA?
Ciclado a Volume
Pressão Controlada - Ciclado a Tempo
Ciclado a Pressão
Depende do quadro clínico do paciente

Sua formação:
Auxiliar ou Técnico de Enfermagem
Enfermeiro
Estudante de medicina
Estudante de outra profissão
Fisioterapeuta
Médico Intensivista
Médico de outra especialidade
Médico Residente de terapia intensiva
Médico Residente de outra especialidade
Familiar/Amigo de paciente internado
Nutricionista
Psicóloga
Internauta fora da área da saúde


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